Perguntas frequentes

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Suas dúvidas, organizadas por procedimento.

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Cirurgia mamária

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Como se escolhe o tamanho do implante?

Medidas como o tamanho do tórax e das mamas, a relação entre a base mamária e o tórax, a qualidade do tecido mamário, a espessura do parênquima, a posição do sulco mamário, do complexo aréolo-papilar e dos implantes são avaliadas para definir um volume compatível com segurança e com o desejo da paciente.

Mamoplastia de aumento levanta a mama caída?

Não. O implante repõe volume, colo e projeção, mas não corrige queda importante. Quando há flacidez relevante, a indicação é mastopexia, com ou sem o uso dos implantes associados, a depender do desejo da paciente em relação ao resultado final da cirurgia.

Quanto tempo depois posso voltar ao trabalho?

O retorno às atividades habituais costuma ser mais precoce. Atividades que exigem esforço dos membros superiores podem levar mais tempo.

A cirurgia de mama impede amamentar depois?

Na mamoplastia de aumento, não há remodelamento do tecido mamário, o que tende a não interferir na amamentação. Já nas mastopexias, o remodelamento do parênquima mamário e a secção de ductos podem comprometer a amamentação. Essas informações são esclarecidas na consulta para que a paciente possa decidir o melhor momento para realizar a cirurgia.

Preciso trocar a prótese depois de dez anos?

Não existe prazo automático de troca. O que existe é acompanhamento com exame clínico e de imagem periódicos. A troca é indicada diante de alteração, não de calendário.

Explante deixa a mama vazia?

O resultado do explante varia conforme o volume de parênquima mamário já existente e a necessidade, ou não, de associar mastopexia. Quando há pouco parênquima mamário, a enxertia de gordura pode ser associada para aumentar o volume mamário.

Mamoplastia redutora é considerada estética?

Muitas pacientes convivem com o peso das mamas, dor cervical e nos ombros, escoriações no sulco mamário, dermatite de contato e outras condições que limitam as atividades físicas e a qualidade de vida. Nesses casos, a mamoplastia redutora não tem somente finalidade estética e sim o objetivo de melhorar a qualidade de vida.

A cicatriz some?

Cicatriz não desaparece; ela amadurece. Ao longo do primeiro ano, ela muda de cor e textura e o resultado depende de técnica, de características individuais de cicatrização e de fotoproteção.

Contorno corporal

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Qual a diferença entre lipoaspiração e abdominoplastia?

A lipoaspiração é a cirurgia que trata a gordura localizada. Já a abdominoplastia trata a diástase, quando presente, e a flacidez abdominal. São problemas distintos; mas, ambas podem ser realizadas em conjunto, quando bem indicadas.

Lipoaspiração emagrece?

Não. Esta cirurgia não é indicada como tratamento de emagrecimento ou obesidade e não substitui mudanças de hábito de vida. Pelo contrário, para que o paciente seja candidato à lipoaspiração, ele precisa estar com peso ideal ou próximo a ele. Esta cirurgia visa a remoção de gordura localizada e remodela o contorno corporal.

Quando é indicada a miniabdominoplastia em vez da abdominoplastia?

A miniabdominoplastia é indicada quando o excesso de pele está restrito à região abaixo do umbigo. Nesse caso, não há reposicionamento umbilical e a cicatriz é menor. Havendo excesso acima do umbigo, a indicação é a abdominoplastia completa. Ambas as cirurgias corrigem a diástase dos músculos retos abdominais, quando presente.

Lipoaspiração de alta definição (Lipo HD) serve para qualquer pessoa?

Não. Exige boa qualidade de pele, percentual de gordura adequado, rotina de treino regular e peso ideal. Sem esses fatores, a marcação não se sustenta e o resultado tende a ficar irregular e artificial.

O Renuvion substitui a retirada de pele?

Não. Ele melhora flacidez leve a moderada e potencializa o resultado; porém, quando há excesso de pele em grande quantidade (flacidez acentuada), a indicação continua sendo a ressecção cirúrgica.

Preciso usar malha compressiva por quanto tempo no pós-operatório?

O período é definido de acordo com o procedimento cirúrgico realizado. Em geral, são no mínimo 30 dias contínuos para a lipoaspiração e no mínimo 60 dias para a abdominoplastia e a miniabdominoplastia.

A gordura retirada volta depois da lipoaspiração?

As células removidas não retornam, mas as remanescentes podem aumentar de volume com ganho de peso. Peso estável, rotina de exercícios e cuidados alimentares são fundamentais para manter o resultado a longo prazo.

Posso engravidar depois da abdominoplastia?

Sim, é possível engravidar normalmente após a abdominoplastia; contudo, em caso de gestação, após a cirurgia já realizada, o resultado cirúrgico pode ser perdido: a diástase e a flacidez podem voltar a acontecer.

Cirurgia íntima

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A cirurgia íntima altera a sensibilidade?

A preservação funcional é premissa do planejamento. Escolher a técnica adequada e o profissional qualificado, com especialidade para realizar a cirurgia proposta, é fundamental para que a sensibilidade seja mantida.

A recuperação é muito longa?

O retorno às atividades habituais costuma ocorrer em alguns dias. No entanto, dependendo do procedimento cirúrgico, é necessário evitar atividades físicas pelo período mínimo de 30 a 45 dias e relações sexuais vaginais pelo mesmo período, além do uso de roupas mais justas.

A ninfoplastia dói?

A cirurgia íntima é um procedimento com um pós-operatório surpreendentemente tranquilo. A dor é bem controlada com analgésicos comuns. O maior desconforto é um leve inchaço nos primeiros dias, mas a recuperação costuma ser rápida.

O pós-operatório é muito demorado?

Não. O pós-operatório costuma ser tranquilo, com apenas um leve inchaço nos primeiros dias. Em geral, a recuperação permite o retorno às atividades habituais em poucos dias. Já atividades físicas, relações sexuais e o uso de roupas mais justas devem ser evitados por um período de 30 a 45 dias, dependendo do procedimento realizado.

Posso ter alta no mesmo dia?

É um procedimento de curta duração e, na maioria dos casos, a paciente pode receber alta no mesmo dia, após o período de observação e estando bem. Por isso, não costuma ser necessária internação hospitalar. O tempo da cirurgia pode variar de acordo com o procedimento realizado e as características de cada paciente.

A cirurgia íntima pode ser feita em consultório ou necessita ser em centro cirúrgico?

Para maior segurança, nenhum procedimento cirúrgico deve ser feito em consultório. Todos devem ser realizados em hospitais credenciados, especializados e com centro cirúrgico adequado, sempre com a presença do anestesista.

Pós-bariátrica e body lifting

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Quanto tempo depois da cirurgia bariátrica posso realizar as cirurgias reparadoras?

O critério é a estabilidade do peso pelo período mínimo de três meses. Em geral, isso costuma acontecer em torno de um ano após a cirurgia bariátrica.

Todas as cirurgias reparadoras pós-bariátricas podem ser feitas de uma vez só?

Toda cirurgia deve ter como prioridade a segurança. O conjunto de cirurgias a ser realizado deve sempre respeitar um limite máximo de tempo cirúrgico. Todo o planejamento é traçado individualmente de acordo com a queixa da paciente e as áreas a serem reparadas; por isso, a consulta médica é fundamental. Muitas vezes, o planejamento é dividido em etapas e não é possível realizar todos os procedimentos de uma única vez.

As cicatrizes são grandes?

A cicatriz das cirurgias reparadoras, que visam a remoção do excesso de pele, é proporcional ao grau de flacidez de cada paciente. Em alguns casos, é possível ter uma cicatriz mais reduzida; por isso, a consulta médica e a avaliação são tão importantes para determinar o melhor planejamento cirúrgico.

Pacientes pós-bariátricos precisam de acompanhamento nutricional para realizar as cirurgias plásticas?

Sim. O paciente pós-bariátrico apresenta, na grande maioria das vezes, alterações nutricionais e até mesmo anemia. Corrigir ambos os fatores é fundamental para uma melhor recuperação, uma cirurgia mais segura e uma cicatrização mais eficiente.

Plano de saúde cobre cirurgias reparadoras pós-bariátricas?

Em geral, os planos de saúde podem oferecer cobertura para cirurgias reparadoras após grande perda de peso, desde que o procedimento esteja previsto no contrato e seja devidamente autorizado pela operadora.

Quando o médico não é credenciado ao plano, a cobertura hospitalar, se prevista e autorizada, é realizada pela operadora, enquanto os honorários médicos permanecem particulares. Caso o plano ofereça reembolso para honorários médicos, o paciente poderá solicitá-lo posteriormente, conforme as condições e limites estabelecidos pela operadora.

Já nos casos em que o médico é credenciado e a cirurgia é autorizada pelo plano, os custos cobertos pelo procedimento são assumidos pela operadora, de acordo com as regras do contrato.

Como sei se tenho lipedema?

O diagnóstico é predominantemente clínico, baseado na história e no exame físico. A avaliação com equipe multidisciplinar (nutricionistas, fisioterapeutas, cirurgião vascular, cirurgião plástico) é fundamental para iniciar o melhor tratamento e controlar melhor os sintomas da paciente.

Alguns exames de imagem podem fornecer achados compatíveis com lipedema, mas é importante fazer uma ressalva: atualmente não existe um exame de imagem considerado, isoladamente, confirmatório ou "padrão-ouro" para o diagnóstico de lipedema.

Emagrecer resolve?

Emagrecer ajuda, sim: a perda de peso melhora a saúde geral e contribui para o manejo da doença. A gordura do lipedema pode responder proporcionalmente à dieta e ao exercício; por isso, o emagrecimento faz parte do tratamento. Toda dieta deve ser baseada em alimentos anti-inflamatórios.

A cirurgia cura o lipedema?

Não. O lipedema é uma doença crônica, inflamatória, que não tem cura, mas tem tratamento. A cirurgia de lipoaspiração, quando indicada, visa a remoção da gordura localizada doente; porém, deve ser realizada somente quando os parâmetros inflamatórios estiverem controlados, seguindo o acompanhamento nutricional e com rotina de atividades físicas.

Vou precisar de mais de uma cirurgia?

Como o lipedema pode acometer uma extensão significativa dos membros, muitas vezes é necessário realizar o tratamento em mais de uma etapa cirúrgica. Os procedimentos são programados com intervalos entre si, permitindo uma recuperação adequada e respeitando os limites de segurança para o volume de gordura a ser lipoaspirado em cada cirurgia.

Precisa fazer algum acompanhamento no pós-operatório com fisioterapeuta?

Sim. A fisioterapia faz parte do tratamento do lipedema antes e depois da cirurgia. No pós-operatório, o acompanhamento com fisioterapeuta ajuda a controlar o inchaço e favorece a recuperação.

Precisa usar malhas compressivas?

Sim. Após a cirurgia para tratamento do lipedema, o uso de malha compressiva costuma fazer parte do pós-operatório, principalmente para auxiliar no controle do edema e proporcionar suporte aos tecidos. Recomenda-se seu uso após a lipoaspiração, mas o modelo, nível de compressão e tempo de utilização devem ser individualizados conforme a cirurgia, o estágio do lipedema e a evolução da paciente.

Vou ficar com a aparência esticada no lifting facial?

Esse aspecto artificial está geralmente associado a uma abordagem baseada exclusivamente na tração da pele. No lifting facial contemporâneo, buscamos uma compreensão mais profunda do processo de envelhecimento, reposicionando os tecidos em seus planos anatômicos e restaurando a harmonia do rosto.

O objetivo não é transformar, mas preservar a identidade de cada paciente, suavizando os sinais do tempo e mantendo a naturalidade da expressão. O resultado é um rosto rejuvenescido, equilibrado e elegante, sem perder suas características individuais.

Onde ficam as cicatrizes?

As incisões costumam ser discretas, ficando na parte interna da orelha, contornando sua parte posterior e se estendendo ao couro cabeludo. A localização e a aparência das cicatrizes variam conforme a técnica e a cicatrização individual.

Quanto tempo após o lifting facial posso voltar ao trabalho?

Em geral, o retorno às atividades administrativas acontece entre a segunda e a terceira semana, acompanhando a evolução natural do inchaço e das equimoses. Atividades físicas e esforços maiores demandam um período adicional de recuperação, sendo retomados de forma gradual e segura, sempre de acordo com a evolução individual e a liberação médica.

Posso fazer blefaroplastia juntamente com o lifting facial?

Essa é uma combinação de procedimentos bastante frequente e pode ser realizada, quando há indicação para o tratamento, desde que sejam rigorosamente respeitados os critérios de segurança, incluindo o tempo cirúrgico adequado para cada caso.

A cirurgia de blefaroplastia muda o formato do meu olho?

O objetivo é aliviar o peso e o aspecto cansado do olhar, sem mudar seu formato. A cirurgia remove o excesso de pele das pálpebras e, quando estão aumentados, os coxins de gordura.

A cirurgia de blefaroplastia costuma deixar hematomas?

Inchaço e equimoses são comuns após a cirurgia e costumam regredir em cerca de 10 a 15 dias. Compressas frias, repouso relativo e evitar exposição solar ajudam na recuperação.

Quando posso voltar a usar maquiagem após a cirurgia de blefaroplastia?

Em geral, os pontos são retirados entre o 5º e o 7º dia, sempre acompanhando de perto a evolução da cicatrização. Estando tudo dentro do esperado e sem sinais de abertura da sutura, a maquiagem costuma ser liberada após 15 a 20 dias, conforme a avaliação médica.

Posso ter alta da cirurgia no mesmo dia?

Sim. A blefaroplastia é um procedimento de curta duração, com recuperação inicial geralmente tranquila. Na maioria dos casos, não é necessária internação, e a alta é realizada no mesmo dia, após o período de observação e conforme a avaliação médica.

Procedimentos minimamente invasivos

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Qual é a diferença entre toxina botulínica e ácido hialurônico?

A toxina botulínica atua principalmente sobre as rugas dinâmicas, relacionadas à movimentação da musculatura facial. Já o ácido hialurônico é utilizado para restaurar volume e sustentação em áreas que sofreram alterações ao longo do tempo, suavizar sulcos e tratar determinadas rugas estáticas. A indicação de cada tratamento depende da avaliação individual e das características de cada face.

Bioestimulador de colágeno preenche o rosto?

Não. Diferentemente dos preenchedores, o bioestimulador de colágeno não tem como objetivo principal adicionar volume ou modificar os contornos faciais. Sua função é estimular gradualmente a produção de colágeno, favorecendo a melhora da firmeza, da espessura e da qualidade da pele ao longo do tempo.

O resultado é progressivo e natural, com melhora da sustentação e da qualidade dos tecidos, respeitando as características e proporções de cada rosto.

O resultado fica artificial?

A proposta é preservar expressão e identidade. Pontos, doses e volumes são definidos pela anatomia e pela queixa, sem protocolo fixo.

Preciso me afastar do trabalho após a realização de procedimentos minimamente invasivos?

Em geral, não. Após cada procedimento, pode haver a presença de edema, vermelhidão e hematomas/equimoses na área da aplicação. Ainda assim, o retorno às atividades habituais e de trabalho costuma ser imediato após o procedimento. Evitar a exposição solar, quando houver a presença de hematomas, é fundamental para evitar o aparecimento de manchas. Já o retorno às atividades físicas tem orientação específica para cada procedimento que for realizado.

Quanto tempo depois do parto posso realizar cirurgia plástica?

Após a gestação, recomenda-se aguardar, no mínimo, seis meses para a realização de procedimentos corporais ou mamários, desde que a paciente não esteja amamentando. Nos casos em que a paciente esteja amamentando, recomenda-se aguardar, pelo menos, três meses após o término da amamentação para a realização do procedimento.

Posso fazer mais de um procedimento em uma única cirurgia?

Sim, desde que o tempo cirúrgico de ambos os procedimentos respeite o limite de segurança, que a perda sanguínea estimada também esteja dentro dos critérios estabelecidos, que os exames laboratoriais estejam normais, com comorbidades controladas, e que haja liberação do cardiologista.

O que é diástase e por que ela importa?

É o afastamento dos músculos retos abdominais, que surge após a gestação ou aumento de peso. A depender do tamanho da diástase, a mesma não pode ser corrigida com exercícios, necessitando, portanto, de intervenção cirúrgica.

Posso engravidar depois do mommy makeover?

Nenhuma das cirurgias realizadas no Mommy Makeover impede uma futura gestação.

No entanto, quando o planejamento cirúrgico envolve procedimentos abdominais ou mamários, é importante que a paciente compreenda que uma nova gestação pode modificar ou comprometer o resultado estético obtido. No abdome, por exemplo, a flacidez e a diástase podem retornar. Nas mamas, a gestação e a amamentação podem provocar alterações no volume, no formato e na sustentação, podendo resultar novamente em flacidez e queda.

As pacientes submetidas à mastopexia, com ou sem implantes de silicone, também podem engravidar. Entretanto, devem ser informadas de que a cirurgia pode comprometer a capacidade de amamentação, dependendo da técnica cirúrgica utilizada.

Preciso emagrecer antes da cirurgia de mommy makeover?

Toda paciente que quiser se submeter à cirurgia de contorno corporal deve estar no peso ideal, ou muito próxima a ele, para que o resultado cirúrgico seja o mais satisfatório possível.

A lipoaspiração substitui a abdominoplastia?

Não. A lipoaspiração trata gordura localizada; a abdominoplastia trata excesso de pele e diástase. Quando o problema é a flacidez, apenas a lipoaspiração não resolve; pelo contrário, pode até acentuá-la. No entanto, a combinação de abdominoplastia e lipoaspiração pode ser indicada caso a queixa não seja somente a flacidez; mas também, a gordura localizada, entregando, nesse caso, um melhor resultado corporal.

Quanto tempo de afastamento do trabalho devo prever?

Para atividades profissionais que não exijam esforço físico, o período de duas a três semanas costuma ser suficiente para o retorno, conforme a evolução de cada paciente.

Já para trabalhos que envolvam esforço físico ou atividades mais intensas, é necessário um período maior de recuperação e a liberação médica antes do retorno às atividades presenciais.